Ação contra vaquejada entra no curral de retorno e já tá na porteira do STF

Já chegou no gabinete do Ministro Luiz Fux, do STF - Supremo Tribunal Federal, o parecer da Advogada Geral da União, Grace Miranda, favorável à prática da vaquejada. 
Ela considerou totalmente improcedente a Ação de inconstitucionalidade (ADI 5.772) ajuizada pelo Ex Procurador Geral de Justiça, Rodrigo Janot conta a Emenda 96/2017, considerando o esporte patrimônio cultural.
A AGU deu na titela.
Frsiou que a " a vaquejada precisa ser analisada sob o olhar 
que alcance a realidade advinda da população rural. Ora, não há uma única visão do que seja exploração do animal pelo homem, a qual pode decorrer de diferentes maneiras. É preciso despir-se de eventual visão unilateral de uma sociedade eminentemente urbana, com produção e acesso a outras manifestações culturais, produtos e serviços para se alargar o olhar e alcançar essa outra realidade”.
A advogada da União foi mais longe, escrevendo em seu parecer que "deve a vaquejada ser valorizada como forma de integração comunitária, meio de circulação de riquezas e, por óbvio, como uma festividade cultural, que também pode ser considerada uma prática desportiva.

A ação impetrada contra a vaquejada vai rodar entre os ministros do STF que decidirão entre a tese dos maus tratos a animais e os vieses cultural, tradicional e econômico. já que a prática gera 120 mil empregos diretos, 600 mil indiretos, movendo uma de R$ 600 milhões de reais por ano.
Foto: Divulgação STF.